top of page


Ecos da resistência: uma homenagem às vítimas da violência estatal no Quênia
Escrito por Gathanga Ndung’u, organizador comunitário e ativista do Centro de Justiça Social de Mathare (MSJC) e organizador político da Liga Socialista Revolucionária – África (RSL). O Quênia conquistou sua independência em 1963. A tão esperada soberania, porém, nunca se concretizou, pois os instrumentos da emancipação econômica, como terras e indústrias, permaneceram nas mãos das potências coloniais, juntamente com seus protegidos locais, a classe compradora, liderada pelo
há 5 dias7 min de leitura


O internacionalismo significa superar as fronteiras
Entrevista com Zîlan, uma jovem curda, sobre sua participação na Caravana Popular em Defesa da Humanidade e nas Thousand Madleens to Gaza Acabamos de ouvir relatos de torturas e estupros infligidos aos membros da Flotilha Global Sumud pelas milícias fascistas de Israel, enquanto lemos sobre os 10 membros do Comboio Terrestre Global Sumud que estão desaparecidos há três dias na Líbia, após negociações com os militares do regime de Haftar para que pudessem cruzar para o leste d
1 de jun.6 min de leitura


O que está acontecendo em Şengal?
Juntamente com os ataques a Rojava, ameaças têm se multiplicado contra o território autônomo de Şengal (norte do Iraque, sul do Curdistão), onde a maioria do povo Yazidi vive. O Estado Iraquiano, em colaboração com o Estado Turco, busca desarmar as forças de autodefesa YBŞ-YJŞ (Unidades de Resistência de Shengal - Unidades de Mulheres de Shengal), as quais lutaram juntamente axs guerrilheirxs do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) e YPJ-YPG (Unidades de Defesa das Mu
21 de abr.4 min de leitura
bottom of page